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Professor Lobivar busca o conhecimento, como educador.
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E
Em três oportunidades me investi em escrever um livro.
Na primeira relataei um encontro entre dois personagens, masculino e feminino, casados, que vão conversando e se conhecendo. Como aconteceu em Cartas Portuguesas, livro de escritor desconhecido publicado no século XVII, os relacionamentos sempre passam por um período de sedução, depois a vivência e depois a decepção. No caso desse livro, as cartas eram emails que foram trocados durantes seis meses.
A história percorreu as mesmas trajetórias daquela que envolveu a Mariana, freira que se viu perdidamente apaixonada por um soldado francês. O desfecho da história começou, na primeira das cinco cartas, com um desabafo e ia até o reconhecimento de que o indivíduo é a célula principal e definitiva de si mesmo, como ser humano.
Em Cartas Brasileiras, o estereótipo do romance se fortaleceu com a proposta feminina de se separar, o que deixou o masculino atônito. Sua decisão sutil, abraçou a companheira virtual, que a partir daquele momento calou-se definitivamente.
Lobivar Matos Fº nunca publicou seus livros.
Publicar o que ainda tenho da forma que está o 1º livro.
O segundo livro foi tramado a partir de uma "guardete" de um dos Ministérios de nosso país. Fiz durante dois meses, diariamente entrevistas com uma moça que contou em detalhes sua aventura, desde da infância até aqueles dias.
O material gravado abordou sua vida em Goiania, quando se tornou Menina de rua até Brasilia onde foi morar e trabalhar na casa de um empresário que a "adotou". A evolução da história levou todos os ingredientes de um ser rejeitado, quer do ponto de vista físico como principalmente emocional.
Naqueles dias meu filho mais novo tinha uma namoradinha que era muito inteligente. Negociei com ela para transcrever o material gravado e colocar no papel. Poucos dias depois, ela me disse que havia perdido as gravações e eu o livro.
O terceiro livro saiu de uma experiência vivida por trabalhadores, que por conta de uma Estado moroso, mais do que o necessário para qualificar suas sentenças judiciais, não definia o regime jurídico em que eles trabalhavam.
Assim, anualmente havia um desgaste que mais parecia com "O terror volta a acontecer".
Ao findar o ano os profissionais não sabiam, até quase próximo ao Natal, se no ano seguinte estariam empregados. A decisão levou uma década para ser mudada.
Nos primeiros seis meses do ano novo, o pessoal trabalhava com uma perspectiva e nos últimos sua produção era totalmente prejudicada.
Não houve nenhum fato que alterasse a situação, até que no final a nova resolução aconteceu. E tudo que foi vivido, não serviu para nenhum dos atores envolvidos. O Estado e seus trabalhadores continuam nas mesmas posições.
Perdi o material que estava em meio magnético.
Aceito com tranquilidade os fatos irrecuperáveis e irreversíveis.

A ponte da direita está em portugal e a outra no Brasil. Essa era a capa do livro.
Quer conhecer o que sobrou do livro - Cartas Brasileiras? Clique aqui.
Página quase encerrada.
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