![]() O paiLobivar Matos | ![]() A mãeRosa | ![]() 1947Mãe, Pai e filho |
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![]() Formatura em 1964.Eu e a Musa | ![]() 1944Pai no trabalho | ![]() 2003O Índio |
![]() Pai/IrmãoConcurso de poesia homenageando Lobivar Matos. | ![]() 2013Só conheci a Homenagem ao Pai | ![]() 2003Homem de Barbado |
Professor Lobivar busca o conhecimento, como educador.
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A primeira de minhas razões é mostrar que o filho do Lobivar Matos tem, como todo mundo, sua hereditariedade, seus valores sociais e também o seu próprio valor. Conquanto tenha me formado em engenharia, me tornei professor da área, ainda no Rio de Janeiro, nos idos de 1974.
Em 76 me transferi para Brasília, o que seria por um prazo máximo de 5 anos, mas até hoje ainda moro na Capital da República. Naquela época fui engenheiro eletricista muito técnico e lentamente fui me tornando empresário - tive três empresas: uma de engenharia, uma de alimentação, onde vendia água de coco engarrafada e uma de informática que, em 1994, vendia multimídia. Essa passagem não pretendo explicitar aqui.
Desde 2000 voltei a ministrar aulas, não com a visão de ciências exatas e sim acreditando no valor do ser humano. No final do ano 2003 comecei a pintar quadros, em telas, com tinta à óleo.
O que mais marcou meu trabalho, durante essa vida foi a busca pelo o honesto, pelo limpo, pelo trato das coisas com criatividade, sabedoria e amor, mas fundamentalmente com criticidade.
Durante esses quase 40 anos de Brasília escrevi três livros e centenas de poesias. Arquivava tudo em meio magnético e então... perdi tudo, recuperei um pedaço e depois, de novo, perdi tudo e aí relaxei.
Ensaiei um site na década de 90, mas o contato com o provedor foi prejudicado. Minha obra, por não ter os backups necessários para evitar esses desagradáveis acontecimentos, foi perdida. Parece uma sina! Querem saber? Pouco me afetou.
Porém, nessa hora que gostaria de mostrar a história, por exemplo, a primeira revista da Legião Brasileira de Assistência - LBA, produzida pelo Lobivar Matos, sinto muito não fazê-lo. Após uma viagem à Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em maio de 2013, me senti novamente na condição de retomar a essa forma de falar com e para todos.
Voltando ao professor Lobivar, não consegui atender a demanda de uma parcela menor de alunos que desejava saber como levar a "melhor" nas coisas, sem o uso do conhecimento e do saber e da ética. Agora a proposta de ser educador voltou, já que não terei, com certeza, pessoas que querendo tirar vantagem e mas aprender.Tratar a cultura não mais como um organismo pronto e acabado.
Mas, buscar o conhecimento onde ele estiver. Assim falava Milton Nascimento e não Zarathustra.








